Artigo

O que Elvis Presley nos ensina sobre a irrelevância do novo?

Nos últimos artigos, fizemos uma jornada sobre o comportamento de consumo e o desafio das marcas na era digital. Vimos como a saturação de conteúdo transformou a internet em um espaço de economia da atenção, onde o “novo” envelhece na velocidade de um clique. Vimos também a “revanche do analógico”, com as pessoas buscando experiências tangíveis, rituais e consistência em um mundo cada vez mais efêmero.


Concluímos que a velocidade gera padronização, e a padronização gera irrelevância. Enquanto muitas marcas atiram para todos os lados tentando acompanhar a última trend, as marcas que realmente importam são aquelas que mantêm um discurso duradouro, potente e consistente.


Na e21, entendemos que a consistência é o elemento-chave na construção de valor para as marcas. Apostamos em um exercício de convicção, no qual, em torno de um posicionamento claro, efetivamos a coerência na utilização de todas as ações que o reforcem.


Não saímos por aí atirando para todos os lados, na lógica do “se pegar, pegou”. Não acreditamos em movimentos erráticos movidos pelo desejo do “up-to-date” gratuito e sem substância. Somos uma Agência Estratégica, totalmente orientada para resultados.


Entendemos ser necessário pensar no todo, mostrando o quanto os aspectos verdadeiros de sua empresa podem impactar positivamente a vida das pessoas. É assim que transformamos negócios: somos especialistas em criar relevância e valor para as marcas. Nosso trabalho, fundamentalmente, é gerar resultados em curto prazo e valor de marca para sempre.


Aqui na e21, somos inspirados por várias referências de administração organizacional. Desde os clássicos Kotler, Peters, Porter, Collins e Drucker, até os mais recentes como Simon Sinek, Malcolm Gladwell, Steve Jobs e os brasileiros Júlio Ribeiro, Vicente Falconi, Jorge Paulo Lemann e Nizan Guanaes.


Mas, volta e meia, nos deparamos com inspirações fora do meio administrativo convencional. O que, muitas vezes, abre nossa mente para novas visões. Foi numa dessas que esbarramos em Elvis Presley. Sim, ele mesmo, o Rei do Rock.


E o que Elvis tem a nos ensinar sobre gestão de negócios?


Em sua última e bem-sucedida década de shows (1969 a 1977), Elvis instituiu uma espécie de clã, uma turma muito seleta de amigos e profissionais que eram muito chegados a ele. Para essa equipe, ele deu atribuições específicas, mas que poderiam ser resumidas em uma só: fazer as coisas acontecerem, para que tudo desse sempre certo.


Das instalações para os shows aos detalhes do camarim, dos hotéis até os pagamentos, tudo era feito por uma mesma equipe, que tinha a autoridade para decidir e realizar, a mando do Mr. Presley. A esse grupo, Elvis deu o nome de TCB: Taking Care of Business, in a flash (Gente que dá conta do recado, rapidamente), selando essa autoridade com um anel de diamantes, uma carteirinha e um colar.


Mesmo passados quase 50 anos da morte de Elvis, o conceito do TCB ainda é forte, tendo inspirado até estudos na Universidade de Berkeley (EUA) e diversas organizações ainda hoje.


O conceito principal nos arrebatou. Porque ele tem total sinergia com o propósito da e21: transformar a realidade das empresas, usando a inovação e o talento de pessoas inspiradoras, comprometidas com o sucesso dos clientes.


Para a e21, taking care of business é ter pessoas comprometidas em resolver, fazer acontecer e garantir que todas as propostas de nossos clientes impactem positivamente seus negócios.


Por isso, temos pessoas talentosas e as treinamos insistentemente para serem líderes de processos e líderes de seus clientes, todos os dias.


Por isso, utilizamos dezenas de ferramentas de gestão de performance digital, porque queremos medir a todo momento o resultado do que fazemos para nossos clientes.


Por isso, temos uma Jornada de Transformação do Cliente, que esquadrinha todo o processo de atendimento em uma linha do tempo de atenção total.


Por isso, temos uma gestão integrada de processos internos, mapeando as oportunidades e montando squads de acordo com a necessidade de cada tarefa. E por isso, temos um time dedicado para cada uma das frentes de atuação da agência: B2B, B2C e Agro, conferindo expertise e agilidade aos projetos de cada núcleo.


Somos uma agência que planeja e executa ideias que fazem as coisas acontecerem no negócio do cliente. Somos quem não espera. Somos criadores e realizadores ao mesmo tempo.


Somos a e21. Uma agência Taking Care of Business, in a flash.


E a sua marca, está pronta para deixar as trends passageiras de lado e construir um legado que merece durar?